Ei, eu estou em casa.
É bem bom. Eu me dou muito bem como assassino de saudades. Comidas, gente, lugares, sexos, populações, má-educação, coçar o saco em público sem pudor, a brisa das 4 da tarde, a areia da praia servindo de colchão, camelôs, o feijão curtido em panela, a farofa, a tapioca, o banho de mar logo ali, o suor na pele, carangueijo.
Ei, eu sou em casa.
E que assim seja - até que o marasmo nos separe.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
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2 comentários:
veja bem, meu bem.
e quanto àquela moça, por que raios ela haveria de estar lhe pergunto quanto a ela? estando nós todos na praia, eros tempos
Caranguejo sem i, parece.
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