Vou lá, chego aí
quero as vias do teu corpo
os teus caminhos conhecidos por reconhecido prazer.
Me mostra esses montes músculos
eu me dobro entre teus altos e baixos relevos, revelada
eu sempre me relevo quando te toca a minha língua.
Gosto de sobrevoar a tua terra
e ver que me provocas tempestades.
A minha nuvem opaca desaba e te enriquece
o solo se torna fartura, os rios se enchem do novo.
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